Ômer surge na porta, sua presença carregada de um magnetismo inegável. Ele lança um olhar intenso na minha direção, o tipo de olhar que parece enxergar mais do que deveria.
—Falando mal de mim? —pergunta, o tom descontraído, mas os olhos atentos.
—Não, claro que não. Só falando bem —responde Kayra, sorrindo de maneira inocente.
—Ah, não sei não —ele retruca com uma leve provocação.
Sem cerimônia, Ômer se senta ao lado de Kayra, mas seus olhos continuam fixos em mim, me examinando com uma curios