Com raiva, pego uma das garrafas de Bourbon e a encaro por um tempo antes de ter um impulso violento de quebrar tudo e todos que aparecerem na minha frente.
— Porra. — jogo a garrafa com força na parede estilhaçando-a. O cheiro de álcool levanta e invade minhas narinas. — Porra.
Saio da adega com outra garrafa na mão e nem ao menos pego um copo para beber. Abro e dou um longo gole no gargalo mesmo. Não sei de quem eu tenho mais raiva. Dela por estar de volta ou de mim por ser tão fraco.
— Porra