O cara dirige como uma tartaruga e para em todos os sinais, até os amarelos. Vou o caminho inteiro reclamando com ele, mas ele não fala nada. Quando chegamos perto da minha rua, ele começa a andar ainda mais devagar.
— Qual a sua casa, senhor?
— Eu nem deveria te pagar... — soluço — Acho que uma formiga passou da gente no caminho. — soluço novamente.
— Desculpe, senhor, mas eu dirijo com segurança.
— Deixe-me aqui... mesmo, eu vou a... a pé.
— Eu levo o senhor.
— Não. — porra de soluço — Não qu