Priscila
O homem se inclina ainda mais, sua respiração pesada, enquanto os seus dedos se aproximam dos meus, e eu vejo o brilho nos olhos dele. Ele acha que me tem nas mãos, completamente à sua mercê. Cada movimento dele é calculado, mas o que ele não sabe é que eu também estou calculando cada segundo.
— Ninguém vai cuidar de você como eu, menina. — Ele diz, a voz baixa e controlada, mas com aquela malícia explícita por trás. — Eu vou te dar tudo, a mão dele toca a minha, suave, mas firme o su