Lipe
Minha mãe chega cheia de energia, como sempre. O som da campainha me tira do que quer que eu estivesse fazendo, e quando abro a porta, lá está ela, Giulia, com aquele sorriso caloroso que parece iluminar todo o ambiente.
— Meu filho! — Ela me puxa para um abraço apertado.
— Que saudade!
— Também senti, mãe. Entra, fica à vontade. — falo dando passagem.
Ela se movimenta pelo meu apartamento como se fosse dela, o que não me incomoda nem um pouco. A presença dela traz um ar de casa, de conf