Dom espalhava o óleo em movimentos lentos e circulares, observando como a pele brilhava sob a luz suave do abajur. Ele suspirou, sério, com a voz baixa quase como um cuidado médico:
— Você está muito inchada. Quer que eu faça uma massagem nos seus pés? Vai aliviar.
Marvila, envergonhada, arregalou os olhos e riu nervosa, balançando a cabeça.
— Não, não precisa… eu não estou com a depilação em dia… nem as unhas. Não quero.
Ela segurou as mãos dele sutilmente, impedindo-o. Dom franziu as sobrance