Capítulo 5

Bárbara

Quando minha amiga chegou ela usava um short jeans preto, uma blusinha verde e nos pés um tênis da vans preto.

Pedimos um uber e depois de alguns minutos chegamos a tão famosa boate, quando entramos a boate não estava muito cheia, mas tinha algumas pessoas dançando, bebendo, outras se pegando, minha amiga já entrou dançando, fomos em direção ao bar onde pedimos alguns drinks e ficamos olhando ao redor.

Passamos a noite nos divertindo, minha amiga já havia ficado com alguns homens, mas sempre dançando comigo, e a cada minuto dispensava um homem que vinha pedir uma chance comigo.

Estava dançando e tomando um drink quando senti um aperto no meu braço, me viro para trás e vejo ninguém menos que Pietro, e me pergunto o que ele estaria fazendo ali? Ele me puxa, e eu ainda estava sem entender nada, puxo meu braço do seu aperto e ele me olha irritado, já do lado de fora da boate paramos na calçada e começo a questionar o por que ele pegou no meu braço daquela forma.

— O que houve? Por que fez isso? — disparo.

— A Liz está doente, você poderia ir vê-la? — ele pergunta, e vejo no seu olhar um pouco de desespero.

— Como assim? — pergunto já querendo saber o que aconteceu — Quando eu saí ela estava bem, e não ouse me puxar assim novamente.

— Entra logo nesse carro — Pietro fala visivelmente nervoso.

—Tenho que avisar a minha amiga. — falo olhando para ele.

— Manda uma mensagem. — fala enquanto andava de um lado para o outro.

Entro no carro e mando uma mensagem para minha amiga, Pietro por sua vez dirigia rápido, e não demora para chegarmos.

Pietro

Quando Liz acordou já levantou perguntando da Bárbara, Maria havia falado que ela tinha ido embora para sua casa mas que voltaria logo, no mesmo momento percebi que minha filha ficou triste, mas voltou a assistir seu desenho.

Quando chegou a noite não queria comer, insisti para que ela comesse e ela comeu um pouquinho, mas não demorou muito para ela colocar tudo para fora. Maria percebeu que ela não estava bem, colocou a mão em sua testa e viu que ela estava queimando em febre, levou minha pequena para seu quarto onde deitou ela em sua cama e a medicou, mas a febre não baixava, minha pequena ficava chamando pela nova babá.

Vendo aquela cena ficou com pena da sua pequena, não pensei duas vezes, fui até a casa de Bárbara, assim cheguei, toquei a campainha várias vezes mas nada.

Uma de suas vizinhas saiu e falou que ela havia saído com a amiga para a nova boate da cidade. Naquele momento senti uma fúria passando por minhas veias e nem sabia o porquê daquilo, mas tudo que passava na minha cabeça era se tinha sido uma boa contratar aquela mulher.

Quando cheguei na tão falada boate entrei e subi para a área vip, fiquei olhando para ver se a encontrava, não demorou muito e logo a encontrei, desci as escadas e fui até ela, pego no seu braço e começo a explicar tudo o que havia acontecido.

Quando chegamos na mansão, Bárbara sobe correndo as escadas indo para o quarto da minha pequena, a sigo e fico a olhando perto de Maria, viu que a mulher se aproximou da cama e abaixou na altura da sua pequena.

— Ei pequena, o que houve?

— Bárbara? — Vejo minha pequena perguntar

— Oi querida, eu estou aqui — Bárbara fala passando as mãos pelos seus cabelos.

— Pu favor, não vai mais embola.

— Eu não vou pequena — Bárbara falou alisando os cabelos negros da minha filha.

Vejo Bárbara pegar ela no colo e a levar para o banheiro, estava sem entender então a sigo. No banheiro vejo ela ligar a banheira na água morna, com a minha ajuda ela começa a tirar a roupa de Liz, Bárbara coloca ela na banheira.

— tá fia tá fia — minha filha fala.

—Eu sei meu amor, mas você tem que ficar aí para abaixar a febre — Bárbara fala.

— Você está louca? Ela vai ficar ainda mais doente desse jeito, acho que você está bêbada e nem sabe o que está fazendo. — falei vendo o sofrimento da minha pequena com a água fria.

— Não sei se você sabe, mas sou formada em medicina, eu sei muito bem o que estou fazendo.

— Eu espero que sim

Saio bravo e Bárbara fica no banheiro com Liz, após alguns minutos ela tira sarada e a troca a levando para a cama.

— Ela te chamava toda hora. — Maria fala, enquanto eu apenas observava.

— Ela teve apenas uma febre emocional. — Bárbara fala.

— Ela não comeu, quer dizer, ela comeu um pouquinho, mas colocou tudo para fora. — Maria fala

—Estou esperando a febre baixar um pouco para dar algo para ela comer, vem princesa deita aqui

— Num vai embola pu favo — minha pequena fala olhando para a mulher.

— Eu não vou meu amor, agora deita aqui para passar logo

— Colo

Bárbara pega sua filha no colo e vão para a sala, conforme o tempo passa a febre vai passando aos poucos, mas sua filha ainda estava dengosa, Bárbara vai para a cozinha com ela ainda no colo.

— O que está fazendo? — pergunto direto.

— Vou fazer um mingau para ela — fala sem me olhar.

— A janta está na geladeira — falei óbvio

— Eu sei, mas o mingau é melhor para ela — fala me provocando.

— Ela não é mais um bebê, tem que se alimentar bem — falo como se aquilo fosse óbvio.

— Será que dá para você parar, respeita sua filha, ela é só uma criança, está com febre e precisa se alimentar e o mingau vai fazer bem a não ser que queira que dou uma macarronada para ela — fala agora me olhando.

Não falo nada e saio furioso da cozinha, Bárbara termina de fazer mesmo não acreditando que falou daquela forma, ela vai para a sala onde se senta no sofá com Liz e começa a dar o mingau para ela. Após alguns minutos ela vê que sarada estava dormindo e tira a mamadeira de sua boca e ajeita ela em seu colo e sobe as escadas, a coloca na sua cama e fica alguns minutos ali com ela depois sai e fica encostada na porta e solta um suspiro profundo.

— Ela já dormiu?

— Meu deus que susto, sim ela dormiu — bárbara fala colocando as mãos sobre o peito pelo susto

— Entendo.

Bárbara vai até a cozinha e vou atrás dela.

— Quero que não seja tão irresponsável para ficar de balada em balada, afinal a boa moça se revelou — falo olhando para ela.

— Só para você saber não é por que eu vou para a balada que isso me torna uma irresponsável, afinal não fiz nada demais, também não fale o que você não sabe

— Não chegue bêbada na minha casa, não quero que seja imprudente com a minha filha

—Não estou bêbada, e mesmo que estivesse estaria na minha casa, não seria tão burra para cuidar de uma criança assim, então posso dormir aqui?

— Sim, tem um colchão no quarto da liz pode dormir lá caso ela te chame ou precise de algo

—Obrigado.

Bárbara sobe para o quarto da pequena onde toma um banho e coloca apenas um roupão para dormi ou tentar já que ela estava preocupada com a pequena

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