Larissa
– Sim! – foi só o que consegui murmurar. Um nó na garganta me impedia de dizer algo mais, mas estava indo de livre e espontânea vontade. Diogo não me forçava a nada.
– Como? Eu ouvi direito? Você pode repetir? – falou, inacreditável que eu tivesse cedido aos seus encantos.
– Sim! Eu disse sim, Diogo! – peguei seu rosto entre as mãos e o beijei depressa. Ele ficou paralisado. Tive que lhe dar outro beijo, mordendo levemente seu lábio inferior para tirá-lo daquele estado.
– Você n