Isabelle
Assim que entro na empresa encontro Helena. Corro até ela, quero saber como sua tia está e se posso ou não ser doadora. Vou amar poder ajudar.
— Helenaaaa! — a chamo exasperada. Ela para e eu me aproximo.
— Sua tia está bem? — pergunto e sinto meu coração se entristecer. Que situação difícil.
— Está sim, por que não estaria?
— A doação de sangue… — digo, e agora estou confusa. Helena me olha de uma forma estranha, depois parece se lembrar do que estou falando e então responde:
— Claro,