O som dos ossos quebrando, o rasgar da carne e os gritos angustiantes de Maya ecoavam pela clareira, criando uma sinfonia de agonia. A transformação prosseguia de maneira brutal, como se a própria natureza estivesse protestando contra a metamorfose imposta. Cada parte do corpo de Maya era reescrita pela magia ancestral, uma dança caótica de rearranjo molecular e redefinição física.
O corpo de Maya se contorcia de maneiras aterrorizantes, como se a dor fosse uma entidade viva, se alimentando de