Ela me beijou.
Savannah me beijou.
E agora eu tenho um gosto agridoce na boca: o dela… e o maldito autocontrole.
Porque Savannah sai da minha sala como se não tivesse acabado de incendiar meu mundo. Como se não tivesse me colocado de joelhos com um beijo que nem devia ter acontecido. E como se não soubesse que a partir dali, eu não aceito menos do que tudo.
19h42.
Minha sala tá vazia, mas minha cabeça, não. Eu olho a câmera de segurança do andar — e sim, eu mandei instalar uma só para o corredo