Simão havia feito tudo o que podia.
O contato com Clara sempre lhe causava um certo desconforto, pois nunca trazia boas notícias.
Clara estava sentada ali sozinha, parecendo bastante frágil por estar doente.
Pessoas passavam ao seu redor, mas ninguém se aproximava para oferecer ajuda.
Simão a colocou em uma cadeira e voltou para o carro. Ao abrir a porta, ele percebeu, com o canto do olho, alguém se aproximando dela. Não era um homem, mas sim uma mulher.
E, coincidentemente, era uma mulher