O frio do hospital se infiltrava por cada canto dos corredores desolados, o eco dos passos ecoava com um ritmo constante, interrompido ocasionalmente pelo suave zumbido das luzes fluorescentes. Era tarde, e o silêncio parecia intensificar o ar pesado do lugar. Uma mulher, vestida com o uniforme característico da equipe, caminhava com segurança. Seus olhos inquietos escaneavam cada canto, cada figura, em busca de algo — ou alguém.
Parou na frente de um quarto e empurrou a porta com firmeza, mas