O porão era escuro e úmido, com o eco de cada gota d'água caindo de um cano quebrado. Maximiliano estava sentado num canto, os pulsos presos com correntes à parede. Havia aprendido a conservar sua energia, observando e esperando o momento certo para agir, mas sabia que esta noite seria diferente.
Sebastián entrou acompanhado de dois homens corpulentos. Um sorriso cruel se desenhou em seu rosto ao ver Maximiliano.
—Espero que tenha descansado bem, Max. Hoje é sua grande noite.
Maximiliano leva