Os carros que saíram da pequena igreja não formavam fila interminável. Eram poucos, discretos, mantendo uma distância natural. Dentro de um deles, Alya olhava a paisagem da estrada mudar, a simplicidade do bairro da igreja dando lugar, pouco a pouco, ao caminho que levava à mansão Fabbri.
Quando o portão alto surgiu à frente, o estômago dela deu um leve nó. A primeira vez que viu aquele prédio, toda a estrutura parecia um monstro de concreto, poder, ameaça, controle, manipulação. Foi ali que el