Alya já tinha passado o dia inteiro com o peito apertado, como se o corpo soubesse o que a cabeça ainda não conseguia ver. No meio da tarde, o telefone toca, a escola dos trigêmeos pede que ela vá até lá para resolver um problema rápido de documento e assinatura.
Ela olha o relógio, calcula o tempo. Se fosse de ônibus, ia perder pelo menos uma hora entre espera e trajeto. Suspira, pega o celular e abre o aplicativo de corrida. Digita o endereço da escola, confere o valor, respira fundo.
— Melho