Alya escolheu o parque porque precisava de ar. De um lugar sem paredes, sem portas batidas na cara, sem a madeira da própria casa lembrando da conversa da noite anterior.
O dia estava fresco, o céu meio nublado, mas claro o suficiente para os meninos gastarem energia. Assim que passaram pelo portão, Gael, Matheo e Ravi saíram correndo em direção ao parquinho.
— Nada de subir pela parte errada do escorregador! — ela gritou, por hábito — E fiquem onde eu posso ver vocês!
— Tááá! — veio o coro d