Dormir já não fazia parte da rotina de Fernando há dias, chegou a pensar que algum tipo de espírito maligno o estivesse atormentando. As noites eram longas, vazias e dolorosas, sentia como se tivesse sido ferido à espada ou algum armamento de fogo, sua alma gemia em remorso, se sentia um covarde, um maldito covarde! Tudo que tinha feito até ali, suas mentiras sobre ter se deitado com a senhorita Valentina, o pedido absurdo de casamento, e a forma fria com que vinha tratando Elisa, eram parte de