Deirdre olhou para o chão e respirou fundo. Quando recobrou o juízo, fez outra ligação, digitando o número do telefone na memória e, após um curto período de tempo, a ligação foi conectada e uma voz sonolenta soou.
― Quem fala? ―
Envergonhada, Deirdre deu sorriso amarelo e disse:
― Tia, sou eu... desculpe por ligar para você tão tarde. Você estava dormindo? ―
― Deirdre? ― Eilis acordou e se sentou, ereta. ― Claro que não. Ainda estou assistindo TV no sofá. Qual é o problema? Por que você me