'Que diabos!? Como uma mera serviçal pode se atrever a falar assim comigo?' Emily pensava, descarregando a raiva na bolsa, até que, um ruído vindo do chão anunciou que o telefone tinha escapado do pisoteio e tocava.
Sem condições emocionais, Emily deixou o telefone tocar, mas a pessoa que ligava se recusou a desistir. Por isso, impaciente, a médica se agachou, pegou o aparelho e atendeu, com uma voz irritada:
― Quem é? ―
Do outro lado da linha, a pessoa ficou em silêncio, por dois segundos,