O amanhecer ainda não havia tocado a cidade quando Kiara acordou. O quarto estava mergulhado em uma escuridão densa, quebrada apenas pelas lâmpadas suaves que delineavam as sombras da mobília. Ela se sentou na cama, os dedos pressionando sua testa, tentando afastar a dor que ainda ressoava em seu corpo. Cada parte dela parecia marcada pelas mãos de Sergey, pela força de seus toques, pelos sussurros carregados de promessas que ainda ecoavam em sua mente.
Ela não sabia o que fazer com esses senti