Estava escurecendo, e eu só podia ouvi a respiração abafada de Daniel, ele parecia está pior, me levantei e fui em sua direção ele estava pálido, seus lábios estavam sem cor, peguei um pouco de água e levei até sua boca, ele bebeu, abriu os olhos.
— Obrigada. — Ele disse em voz fraca.
— Como está?
— Apunhalado. — Ele tentou rir, mas parecia que estava sentindo dor.
— Não deveria ser assim, deveria? — A ferida não era nem de longe tão profunda.
— Irei ficar bem, já passei por coisas piores,