O toque inicial foi quase imperceptível. Eu estava com o rosto colado à lateral da cama, a mente exausta e o peito ainda vibrando com o eco da prece, quando senti um leve roçar na palma da minha mão. Pisquei, achando que o cansaço estava me pregando peças, mas o movimento se repetiu. Os dedos de Beatrice arranharam sutilmente a minha pele, um movimento pequeno, mas real que me fez travar a respiração no mesmo segundo.
Erosão de pânico e esperança colidiram no meu peito. Ergui a cabeça rapidamen