— Mas respingou, e eu não gostei! — rebato, minha voz saindo como um chicote no salão deserto.
A fúria que queima no meu peito é tão cega, tão avassaladora, que sinto meus dedos curvarem em punhos. Olhar para a expressão dele — essa mistura de Don protetor com o homem culpado que acabei de desarmar — me dá uma vontade violenta de agredi-lo. Quero bater no peito dele até que ele sinta uma fração do impacto que aquela mulher causou na minha noite de triunfo. Quero arrancar essa pose de controle a