LEAH HAMPTON
Olhei para Patrícia, instalada no sofá de Markus e entendi que o sorriso petulante dela era um convite à violência.
— Você está brincando, né? Você acha que pode fazer acampamento aqui na nossa sala?
— Nossa sala? — Patrícia riu, desdenhosa. — Querida, você está aqui há cinco minutos. Eu sou mãe do filho dele. Tenho mais direito a esse apartamento do que você.
Eu não sou uma pessoa violenta. Afinal, meu trabalho é salvar vidas. Mas a ideia daquela mulher dormindo no mesmo t