LEAH HAMPTON
Era a manhã de Natal.
Lá fora, uma neve fina caía sobre o gramado vasto que Markus tinha comprado para o nosso filho, cobrindo as traves de futebol e a capa da piscina com um manto branco e brilhante. Dentro de casa, o cheiro de canela, pinheiro e chocolate quente dominava o ar.
Eu estava parada no pé da escada, alisando o tecido de lã grossa que pinicava minha pele. Olhei no espelho de entrada e suspirei. Eu estava ridícula. O suéter era vermelho berrante, com um desenho de uma