ALEXANDER HAMPTON
Entrei no quarto principal, que estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas pela luz da cidade que entrava pelas janelas.
— Respire, Hampton — sussurrei para o silêncio, passando a mão pelo rosto. — Você consegue fazer isso.
Fui até a cômoda e abri a gaveta superior. Lá estava ela. A pequena caixa de veludo preto. Peguei a caixa. Ao lado dela, solta na gaveta, estava um anel simples, uma faixa de platina fosca, sem pedras, sem brilho excessivo. Sólida e durável.
Peguei-o e