Cap.153
O SUV preto navegava pelas ruas iluminadas pelo crepúsculo.
Dentro, o ar estava carregado de um silêncio tão denso que o ronco do motor parecia um murmúrio distante. Átila estava ao volante, os dedos brancos de tanto apertar o couro.
No banco do passageiro, Axel girava um envelope fechado entre as mãos, como se fosse uma granada.
O envelope era marrom, discreto. Dentro dele, repousava um relatório com o logotipo de um laboratório genético de elite.
O resultado era inequívoco. A linha qu