Ponto de Vista de Samantha
Eu estava no hospital, segurando a mão do André com força, como se soltá-la significasse perdê-lo.
Queria que ele acordasse.
Precisava vê-lo abrir os olhos para ter certeza de que estava tudo bem.
Mas o cansaço físico e mental me venceu.
Adormeci ali mesmo, sentada na cadeira.
E sonhei.
Eu corria pelos corredores do hospital. Corria desesperada. Quando finalmente chegava ao quarto, ele estava deitado na cama.
Sem cor.
Sem vida.
O silêncio era ensur