O haras da Fazenda Luzes da Aurora permanecia envolvido por um silêncio incomum.
Apenas o som ritmado da chuva que ainda pingava das telhas e o relincho aflito do pequeno potrinho quebravam a tranquilidade da manhã.
A égua respirava com dificuldade, o corpo úmido pelo esforço do parto e os músculos tensos denunciando que algo ainda não estava certo.
Íris permanecia ajoelhada ao seu lado havia vários minutos, completamente concentrada.
As mangas da camisa já estavam dobradas acima dos cotove