A chuva continuava caindo sobre a praça de Santa Esperança com a delicadeza de quem não tinha pressa para ir embora.
As árvores que cercavam o jardim balançavam suavemente, deixando pequenas gotas escorrerem pelas folhas até o chão de pedras.
O sino da igreja já havia silenciado, e o movimento da cidade seguia seu ritmo habitual.
Algumas pessoas atravessavam a praça protegidas por guarda-chuvas coloridos, comerciantes recolhiam mercadorias expostas na calçada e o aroma de café fresco escapav