LIZ NARRANDO
Nós dois ali naquele sofá, só a luz do abajur ligada. Nossas bocas não desgrudava, meu corpo se ajustava ao dele como se fosse um só. Sua mão tocava a minha pele e expulsava de mim todos os desejos que estavam contidos todos esses meses que o amor surgiu em nós, a minha mão deslizava no seu peito nu depois que desabotoei a sua camisa e a tirei. Ele apertava a minha cintura e eu mordia o seu pescoço, passava a minha língua até a sua orelha. Ele apertava as minhas costas e sua