LIZ (ROSA) NARRANDO.
— Hoje é sábado. — Ele resmungou.
— E o que que tem?
— Dia de sábado posso dormir até tarde, não tem aula.
— Não senhor mocinho, pode ir levantando. — Falo mexendo na sua barriguinha fazendo cócegas nele e em seguida vou abrir a cortina do quarto e puxando a sua coberta.
— Por favor, tia Rosa. — Ele pede manhoso. Eu fico de joelhos e aproximo-me dele, passo a mão no seu rosto e beijo a sua testinha.
— Vamos levantar meu amor, escovar os dentes, tirar ess