MARIANA NARRANDO.
Acordo sentindo o braço do Heitor pesar em cima do meu corpo, levanto o braço dele devagar e fico de frente com ele. Fico ali quieta, observando ele dormir e me assusto quando ele fala ainda de olhos fechados.
— Vai ficar me olhando mesmo? — Em seguida ele sorriu.
— Que susto, faz tempo que você está acordado?
— Tempo suficiente para saber que você está me observando. — Ele abriu os olhos e me roubou um beijo.
— Peguei no sono sem tomar banho.
— E você continua cheirosa do me