42. Espera infinita
Benjamin
O corredor escuro parecia se estender infinitamente diante de mim enquanto eu caminhava, cada passo ecoando solitário no vazio. A tensão pairava no ar, um peso opressivo que parecia se acumular em meus ombros, como se o próprio destino estivesse me observando de perto, aguardando o momento certo para se manifestar.
O relato das enfermeiras foi a coisa mais difícil que já li em toda minha vida. O detalhe sobre as marcas, e o que poderiam ter causado cada uma delas, era arrepiante. Pude