172. Minha neta.
Madelene
Eu saí do jardim sem olhar para trás, deixando Elija sozinho com seus pensamentos e sua culpa. A cada passo que eu dava, sentia o coração mais leve, mas também mais pesado. Era contraditório. Tirei minhas luvas e o avental e caminhei decidida até o motorista?
— Me leve até a casa de Hanna Roux. — Minha voz saiu mais firme do que desejava.
Esta era uma decisão que tomei no calor do momento, mas que sabia ser a coisa certa a fazer. A jornada até lá foi silenciosa, apenas o som da cidade