161. O mundo podia esperar.
Hanna
A partir dali, tudo era calor e entrega, um turbilhão de sensações que parecia incendiar cada centímetro do meu corpo. Nossos movimentos se encaixavam com uma perfeição, como se tivéssemos sido feitos um para o outro.
Seus lábios deslizaram pela minha nuca, enviando ondas de prazer que arrepiavam minha pele e despertavam desejos primitivos. Suas mãos firmes exploravam meu corpo com a intensidade de quem conhece cada detalhe, cada curva. Ele beija minha nuca enquanto segura meus seios com