105. Me perdoa.
— Ke… Kevin! O que faz aqui? — Nego com a cabeça. — Desculpe, fui indelicada.
Ele me ignora e continua:
— Lembro como se fosse hoje, estávamos sentados em nosso banco, eu pelo menos estava. — Ele sorri, o sorriso mais lindo e sincero do mundo. — Você estava deitada em meu colo com os joelhos encolhidos para caber no banco da praça. Estava usando seu moletom roxo, a noite estava gelada como hoje — ele diz enquanto tira o casaco e coloca-o sobre meus ombros — havia chovido o dia inteiro, mas con