O homem estava sentado em uma cadeira de rodas, olhando para Natália com a cabeça erguida. A luz acima dele brilhava em suas pupilas escuras, sem transmitir nenhum sentimento de opressão. Douglas tinha uma bandagem enrolada na cabeça, ainda havia marcas de sangue em seu pescoço, e suas pernas estavam engessadas, apresentando uma imagem de resiliência, porém trágica.
Não que Natália estivesse realmente zangada, mas mesmo se estivesse, ao ver o estado dele, ela não conseguiria manter a raiva.
- Eu