Desde que a enfermeira foi expulsa por Douglas naquela manhã, ninguém mais entrou no quarto 507, onde ele estava. Douglas ainda estava sentado ao lado da cama, vestindo as mesmas roupas, e a ferida em sua mão já tinha parado de sangrar e começado a cicatrizar. A luz do dia fora da janela foi lentamente desaparecendo até ser completamente engolida pela escuridão.
Douglas permanecia imóvel, como uma estátua sem vida, exceto pelos raros momentos em que piscava os olhos.
O quarto de hospital não era