Assim que saímos do mar, ainda rindo e um pouco ofegantes, sinto o calor do sol em nossa pele molhada, e nossos olhares se cruzam, carregados de uma emoção que nem precisamos verbalizar. Henrique passa a mão pelos cabelos molhados, e sinto uma atração irresistível pela naturalidade dele.
— Parece que o mar fez bem para nós dois — ele comenta, com um sorriso suave, a voz baixa, como se o momento pedisse silêncio.
— Parece mesmo — respondo, ainda sorrindo. Ele segura minha mão de forma espontâ