silêncio dentro do apartamento 122 era absoluto, uma barreira densa que isolava os dois da violência que tinha ficado registrada no asfalto frio da rua. Yasmin cruzou a sala com passos firmes, o som discreto de seus saltos contra o piso de madeira sendo o único ruído a preencher o espaço. Ela não se deu ao trabalho de acender as luzes principais; em vez disso, caminhou até o canto do cômodo e ligou apenas uma luminária de chão antiga. A luz âmbar e fraca cortou a penumbra com suavidade, desenha