Melia apertou com mais força o copo entre os dedos, a respiração presa no peito enquanto olhava para o homem enorme parado bem no meio da sua sala. Não era possível. Ele não podia estar ali, no seu apartamento, no seu espaço. Aquele lugar era a única coisa que ela ainda tinha de segura, e agora ele estava ali, enchendo tudo com aquela presença sufocante, selvagem, animalesca.
— O que você tá fazendo aqui? — repetiu, a voz mais firme agora, apesar das mãos ainda trêmulas.
Killer apenas a encarou,