No interior da mansão, Elaina encenava sua peça para Cairus, como fazia desde sempre. A Luna de Fogo Negro estava sentada na beira da cama, os cabelos penteados e o rosto limpo, mas os olhos ainda inchados, vestígios das lágrimas da noite anterior, ou pelo menos, era isso que fingia.
Cairus entrou devagar, fechando a porta com um clique suave. Carregava no rosto a culpa dos homens que amam errado.
— Elaina… — a voz dele era um fio. — Você precisa comer, dormir um pouco mais. Já passou um dia, v