A noite em São Paulo estava carregada, uma umidade pesada que parecia antecipar uma tempestade, combinando perfeitamente com o estado de espírito de Mariana. Ela estacionou o carro a duas quadras do prédio de Lucas. No banco do passageiro, encarou seu reflexo no retrovisor. Os olhos estavam marcados por uma mistura de cansaço e uma determinação gélida. Ela não era mais a menina que sonhava com um casamento de comercial de margarina; agora, era uma jogadora.
Seus objetivos eram claros: aniquilar