Sexta-feira, 26 de julho de 2013
Às 07:30am, como sempre, o relógio despertou e eu relutantemente saí da cama. Minha cabeça girava e doía. Fui para o banheiro e tomei uma ducha fria molhando os cabelos, sequei-os rapidamente com o secador e amarrei em um rabo de cavalo. Desci, para o café da manhã desejando a morte. Bertha já me esperava com um sorriso solidário no rosto e uma xícara de café puro bem quente. Eu aceitei, agradeci e tomei logo um gole. Ela insistiu para que eu comesse