Sempre fui uma mulher muito ocupada em toda a minha vida, desde a infância a minha fase de mulher, empresária e independente. Quando fiz trinta anos, eu resolvi que lutaria com unhas e dentes para descobrir o paradeiro dos miseráveis que mataram a minha mãe, a minha vida a única luz que tinha em minha vida, a única parte boa de mim, a minha mãe. Mandei vários detetives amigos da minha família descobrir onde estavam, até que acharam um homem com o mesmo nome e sobrenome e aparência que descrevi