Cap.213

O homem que meu pai tentou destruir estava chorando no ombro da mulher que me salvou da minha própria escuridão.

— Desculpe, pai... eu queria ter ido te buscar... queria estar lá no portão — Mariana soluçava contra o peito dele.

— Você estava lá, Mariana — Arnaldo se afastou apenas o suficiente para olhar nos olhos dela, limpando as lágrimas do rosto da filha com os polegares. — Em cada papel que você moveu, em cada log que você descobriu... você foi quem abriu aquele portão para mim muito ante
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