Abri a boca pra responder, mas nada saiu.
Porque ele tava certo.
Rodrigo continuava sendo o mesmo homem que me tratava como funcionária no dia seguinte.
O mesmo homem que revirava os olho pras minhas respostas. O mesmo homem que não me contava nada, não se abria, não deixava eu entrar.
A pontada no peito veio de novo, mais forte.
Não queria sentir isso. Nem que doesse saber que ele amou alguém com tanta intensidade que não sobrava espaço pra mais ninguém.
Porque não era da minha conta e eu nã