Quarta feira, dez da manhã, e eu estava caminhando sem destino pela calçada, com a cabeça a mil por hora.
Faltavam cinco dias pro leilão, não tinha conseguido dormir nada e vi o dia amanhecer.
Continuava sem saber o que fazer ou como entrar naquele arquivo, sem saber em quem confiar.
O sol tava forte, mas eu nem sentia, de tão perdida nos meus pensamentos que quase passei reto pela padaria sem ver o movimento na minha direção.
— Mariana!
A voz veio de lado e eu parei, piscando, tentando proce